domingo, 4 de dezembro de 2016

O Poder de soltar XV




O Poder de soltar XV

Mesmo quando não há necessidade de divulgar que foi feita a opção pelo paradigma não-real (contra o Todo) isso é feito. Sabe-se que isso é ignorado, mas mesmo assim é feito. Pois, é muito complicado deixar de reafirmar constantemente a opção pelo não-real.

Soltar é a melhor opção que existe, mas saberem que se solta é outra história. É por isso que é reafirmado constantemente que não se solta. E soltar é visto como uma coisa esquisita. Uma excentricidade. E enquanto é visto como uma excentricidade está bom.

Esta reafirmação do não-real parece que é desnecessária, mas não é. Porque é uma coisa generalizada e sendo assim faz parte da vida normal. Negando o real está dentro da normalidade. E esta negação faz com que tudo funcione como sempre funcionou nestes 6 mil anos. 

É como um baile de máscaras em que todos vão mascarados. Está tudo normal. Mas, se alguém não vai de máscara todos percebem que há algo errado. Para que tudo continue funcionando é preciso ir de máscara. Por isso sempre houve muito sucesso com os bailes de máscaras. 

Todos os que optam pelo não-real fazem o mesmo procedimento e assim isso passa completamente despercebido como se fosse uma segunda natureza. É o normal. A história está repleta do mesmo procedimento. Por isso ler história é da mais alta importância para quem está no paradigma real.

É por isso que se diz que a história se repete. Porque para não repetir a história é preciso conhecer a história. 

Apesar de tudo isso o soltar continua válido como sempre foi e eficiente como sempre foi. Para os que querem solução e eficiência em qualquer coisa o soltar é indispensável. Soltar em todas as situações e condições.

Hélio Couto

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Alquimia Consciencial I


Alquimia Consciencial I

A Alquimia promove uma transformação transcendental na pessoa que entende realmente os objetivos psicológicos embutidos nos procedimentos alquímicos. O salto de consciência é inevitável porque as imagens que representam a alquimia provocam uma resposta do inconsciente que se altera sem que perceba isso. Estudar alquimia tem um profundo efeito transformador na visão de mundo. Entende-se perfeitamente o que acontece com os seres que vivem no universo. Quais as possibilidades? Como chegar na Individuação? Quais as dificuldades? Qual o mapa para chegar nisso? Quais as crenças que impedem isso? Quais as resistências no meio do caminho? E assim por diante.

O fim do trajeto é ser transformado num Ser de Luz, num Anjo da Luz, um ser unificado com o Todo. Não haverá um só dia em que a transformação não esteja ocorrendo. Tudo passa a ter um novo significado e tudo passa a ser sagrado na existência. 

A Psique humana tem todos os materiais necessários para essa transformação. Basta apenas iniciar o trabalho. As imagens que Jung selecionou fazem isso. Elas ativam conteúdos inconscientes que passam a fazer parte da transformação. Essas imagens são arquetípicas. Elas mostram em que ponto da individuação a pessoa está. Mostram exatamente o que acontecerá durante os procedimentos. Portanto, não há surpresa para quem estuda isso. O que acontecerá no futuro está totalmente aberto no livro da alquimia. Não está oculto de forma alguma. Apenas é preciso ter olhos de ver. E a coragem de aceitar a realidade última.

O que é a Realidade Última? Essa era a questão que os alquimistas queriam resolver. Mesmo sem ter aceleradores nucleares eles intuíram a natureza da Realidade Última. As imagens provam isso. Eles sabiam o que estavam fazendo. O que hoje chamamos de Vácuo Quântico eles chamavam de prima matéria. O Oceano Primordial de onde tudo emerge. O Todo. Esse conhecimento era e é tão poderoso que eles o ocultaram numa linguagem metafórica. Porém, as imagens provam que eles sabiam o resultado da união com a prima matéria. 

Vejam a imagem da prima matéria que está no livro “Psychology and Alchemy” de Jung.


É um desenho que exemplifica a turbulência energética do Vácuo Quântico. Podem ver isso também nos livros e dvds de Brian Greene sobre o tecido do cosmo.

A alquimia mostra as infinitas possibilidades de transformação desta prima matéria em seres conscientes, inteligentes e amorosos.

Hélio Couto

terça-feira, 22 de novembro de 2016

História Revisitada I



História Revisitada I


Para entender o que acontece no presente é preciso estudar o passado. Lá está a raiz de tudo. Todos os problemas de hoje são consequência e continuidade do passado. Da mesma forma para acharmos as soluções dos problemas atuais é preciso analisar o passado. A história desde 6 mil anos está bem documentada. Somente sobre a Segunda Guerra Mundial existem mais de 25 mil livros. A origem desta guerra está milhares de anos atrás. Todos os problemas pessoais, sociais, etc. tem sua origem nesse passado distante e continuam até hoje porque não houve mudança de consciência. Somente quando tudo isso for elaborado conscientemente e integrado na consciência é que os resultados aparecerão.

Existe uma extensa bibliografia sobre isso. A indicação destes livros será postada aqui. Podemos começar com os seguintes:

“Átila”, William Napier, 3 volumes.

“O lobo das planícies”, Conn Iggulden.

“Os senhores do arco”, Conn Iggulden.

“Os ossos das colinas”, Conn Iggulden.

“Império da prata”, Conn Iggulden.

“Conquistador”, Conn Iggulden.

“Bárbaros – Roma no se destruyó en um solo día”, História.

“El lado oscuro de la democracia”, Michael Mann.

“Os escravos”, Tomislav R. Femenick.

“La guerra de Espartaco”, Barry Strauss.

“A guerra contra os fracos”, Edwin Black.

“Crimea, la primera gran guerra”, Orlando Figes.

“Sussurros”, Orlando Figes.

“Berlim 1945”, Antony Beevor.

“La guerra civil espanõla”, Antony Beevor.

Hélio Couto

domingo, 20 de novembro de 2016

O Poder de soltar XIV




O Poder de soltar XIV

A dissonância cognitiva de 90% das vezes em que se fala do soltar acontece por causa do ego (Complexo-R, cérebro reptiliano) que não quer entender o significado e as consequências de soltar. É exatamente a mesma coisa em relação ao versículo “buscai primeiro o Reino dos Céus e tudo o mais vos será acrescentado”.

Se a pessoa não coloca a Centelha Divina em primeiro lugar como prioridade máxima na vida é virtualmente impossível soltar. O soltar é uma função da Centelha Divina. O desapego é uma coisa que vai totalmente contra o que o ego quer. O ego quer coisas, bem-estar, estabilidade, segurança, zona de conforto, conseguir, conquistar, território, poder, posses, etc. Como o ego entenderá que não pode conseguir isso tudo sem soltar? 

Lembram-se da palestra em que foi dito que para ser um cocriador consciente é preciso ser um Buda? Somente no estado búdico é que é possível cocriar. Porque o cocriar não é uma função do ego. É uma função da Centelha Divina. É ela que cria e cocria. 

Quem faz o colapso da função de onda? É a Centelha Divina que faz. Somente o Criador tem o poder de fazer com que o elétron se comporte de determinada maneira. E é por isso que é muito difícil entender e aceitar isso. Todas as escolhas que são para o bem de todos, para construir, ajudar, crescer, evoluir, são funções da Centelha Divina. Basta ceder o comando para a Centelha Divina que tudo no devido tempo terá solução. Falo no devido tempo porque existe o carma criado pelas ações passadas. Este carma tem de ser resolvido, equacionado, liberado, pago, etc. O que foi semeado tem de ser colhido. No site História Revisitada listarei alguns livros que ajudarão a esclarecer o que é carma, o que foi a história da humanidade, o carma que criaram, etc. Essa história por mais distante que esteja no tempo continua tendo consequências até hoje. Para entender o que acontece hoje na humanidade é preciso estudar a história desde os sumérios detalhadamente. Todas as atrocidades, destruição e crueldades que foram feitas. Não é uma leitura para pessoas sensíveis. A crueldade humana não tem limites. Mas, é extremamente instrutivo conhecer a história. Assim pode se entender o presente e o que vem pelo futuro.

Desde o começo da história os humanos poderiam ter soltado. Mas, isso sempre foi deixado de lado. É claro que essa é uma mensagem muito desconfortável. Desapego não é uma coisa popular. Ainda mais porque o desapego só funciona ser for autêntico. Não pode ser uma tática ou técnica esotérica para conseguir coisas. É preciso desapegar-se realmente. É a mesma coisa que rendição. Render-se ao Todo. Mas, isso é uma coisa muito forte e difícil para o ego. Praticamente impossível. É por essa razão que se fala que ou vai por amor ou vai pela dor. Vai pela dor depois de um sofrimento horrível. Não é necessário isso, mas como o ser não se rende só sobra uma alternativa. E a Teoria do Caos faz com que isso aconteça, mais cedo ou mais tarde. A mesma coisa acontece com a Alquimia. É exatamente o mesmo trabalho. Por isso foi codificada tão fortemente. Porque a mensagem era muito difícil de ser aceita. Toda a Alquimia é um trabalho de soltar tudo. Basta ter olhos de ver para entender os textos. Entender o significado oculto dos textos alquímicos.

Portanto, buscar o Reino dos Céus em primeiro lugar é desapegar. É mudar completamente a visão de mundo, a filosofia de vida e ajudar o máximo possível de todas as formas possíveis o tempo todo. Trabalhar, estudar e ajudar sem parar. Porém, para fazer isso é preciso que seja a Centelha Divina fazendo isso. Senão as reclamações serão inevitáveis. Se a pessoa soltar e começar a reclamar que não tem isso ou aquilo, que perdeu o emprego, que não consegue emprego, etc., de nada adiantou soltar. Não pode haver reclamação, nem ressentimento, nem dúvida. Ou se solta de verdade ou não é soltar. O desapego tem de ser real. Por isso, é preciso pensar e analisar muito para chegar no ponto de soltar. E é por isso que é tão difícil de entender o soltar. Somente depois de soltar realmente é que o que for melhor acontecerá. E o melhor não é o que o ego quer. Soltar a casa pensando que depois virá uma casa maior não é soltar. É apego. Soltar de verdade é sentir que é irrelevante se tem casa ou não. Se tem ótimo, se não tem ótimo. É isso que está explicado em todos os textos e livros taoistas. Deixar o fluxo da vida seguir como tem de ser. Esta é a ação através da não-ação. É trabalhar, estudar e ajudar o tempo todo sem cobrar resultados, sem esperar resultados, sem querer nada em troca. Sentir alegria de servir ao Pai e pronto. Só isso basta. Qualquer outra atitude é querer fazer negócio com o Todo. E isso é impossível.

Será que é possível sentir o Todo na própria vida? É possível, mas é preciso deixar o ego de lado. O ego não quer ouvir falar do Todo. A mensagem do Todo é antagônica ao ego, mas é a única que pode trazer realização ao ego. Para que o ego possa fazer o que tem de fazer é preciso abdicar de querer isso. O ego tem de abdicar das suas pretensões. Não tem condições. Não há meio termo. Ou a Centelha Divina assume ou o ego continua no comando. E o resultado do ego é a competição total. Exatamente como é desde os sumérios.

A única coisa que se precisa fazer para ser feliz na vida é deixar a Centelha Divina assumir a própria vida. É fazer a vontade do Todo. O Todo falará pela intuição o que deve ser feito. Deve-se separar a intuição verdadeira do que é racionalização do ego. Que é quando o ego imagina todo tipo de argumentos para justificar uma atitude. Lembrar do versículo: “os meus pensamentos não são os seus pensamentos”. Os pensamentos do Todo só podem ser entendidos pela Centelha Divina, que é o próprio Todo. É por esta razão que entregar a vida para a Centelha Divina é a mesma coisa que entregar para o Todo. Porque são a mesma coisa. Mas, isso vai contra a vontade do ego inevitavelmente. O aprendizado durante as inúmeras encarnações é para aprender a soltar. Encarna-se para aprender a soltar. Encarna-se nos mais variados planetas para vivenciar todo tipo de situação e ver se realmente soltou. Existem infinitas moradas na casa do Pai. Desde as mais primitivas até as mais sublimes civilizações. 

A única opção que existe é deixar a Centelha Divina assumir a própria vida.

Hélio Couto

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

O Poder de soltar XIII




O Poder de soltar XIII


Vejamos a seguinte situação. A pessoa sente que tem competição dentro da família, no trânsito compete com outros motoristas, no metrô ou ônibus compete para sentar, na empresa compete pela posição, pelo lugar, por uma cadeira, mesa, etc. Quando a pessoa pensa em soltar ou fazer isso parece estar totalmente deslocada porque ninguém pensa ou age assim. Sente-se sozinha fazendo isso porque não conhece ninguém que solte.

Soltar é uma atitude que só é sentida como a coisa certa a fazer quando há uma ligação direta com o Todo, quando há unificação com o Todo. Então a pessoa sente o fluxo que há entre ela e o Todo. Sente que não está só porque o Todo tem um canal de comunicação contínuo e direto com ela. E sendo assim acontece exatamente o soltar perfeito. Quando a intuição diz para soltar e a pessoa solta e tudo funciona perfeitamente. Não há falta nem escassez porque soltou. O soltar é o fluxo da abundância em ação. Porque o Todo nunca se dá por vencido em generosidade. Quanto mais a pessoa solta mais vem. Mas, isso só acontece quando se solta em primeiro lugar. Sem fazer negócio com o Todo. O soltar perfeito é uma rendição à vontade do Todo. Por isso é tão difícil de fazer. Uma rendição do ego que se coloca à serviço do Todo.

Esta é a razão de parecer que se está falando “grego” quando se fala de soltar. Porque é tão difícil entender o conceito? E ainda mais aplica-lo? Porque é preciso primeiro esta rendição do ego. Rendição incondicional. O Todo decide o que for melhor. E está bom assim. E neste ponto é preciso deixar claro uma coisa: todos os seres do universo tem de passar e passam por esta decisão. Não importa o nível de iluminação, de poder, de emanação, de prioridade na criação, desde o primeiro ser emanado até todos que estão sendo emanados agora e serão no futuro, todos se veem com este dilema existencial. É preciso aceitar o Todo e render-se ao Todo. E isso acontece todos os dias, todos os minutos, todos os segundos de existência do ser emanado. No passado, presente e futuro. A decisão de render-se é contínua o tempo todo. Pois, o ego nunca deixa de existir. E o ego tem de optar sempre.

Hélio Couto

O Poder de soltar XII



O Poder de soltar XII

Em última instância existem duas formas de resolver os problemas: uma pela competição “jogando o jogo do mundo” e a outra é soltar o mundo. Isto é, estar no mundo, mas não ser do mundo. São completamente diferentes e antagônicas. E misturar as duas coisas não funciona.

Querer competir soltando não funciona porque para soltar é preciso que seja “do fundo do coração”. Tem de ser totalmente sincero nisso. Quando se solta é porque não há apego. Soltar não pode ser usado como técnica. Tem de ser uma filosofia de vida. A competição implica em estar dentro da matrix com todas as consequências que isso traz. As regras são as da matrix e as consequências também. Na prática significa competir com outros 7 bilhões de habitantes. É uma situação muito complicada e difícil. Porque na competição pura e simples o que vence é o que destrói. A história da humanidade está repleta destes exemplos. O que fundou um império foi o que mais destruiu e assumiu o poder. Assumir o poder é considerado como sucesso. Vejam a história a partir dos sumérios e todos os impérios que vieram depois. O foco foi sempre na destruição, pois os impérios foram construídos a partir de guerras vencidas pelo que mais destruiu. É lógico!

O soltar é o contrário disso. É atuar de acordo com o fluxo do universo. Nunca impor nada. Deixar o fluxo seguir sem interferência, sem ansiedade, sem pressão, sem força, etc. Fazer o que necessário trabalhando e estudando e construindo e esperar os resultados que virão inevitavelmente. Esta é a maior ação que a pessoa pode fazer. Nunca forçar nada.

Conciliar essas duas formas de ver o mundo é impossível. Fica-se preso numa tensão sem solução. Num dilema eterno entre forçar os acontecimentos e não forçar. Fazer acontecer pela força ou deixar acontecer naturalmente. E essa distinção de atitude é pelo sentimento. E o universo sabe o que a pessoa está sentindo e age em função disso. É por isso que quando se põe força a coisa fica muito difícil de acontecer e tem consequências ruins. O universo sabe se a pessoa soltou ou não. É por esta razão que o dilema entre forçar e soltar paralisa tudo. Somente quando soltar “de coração” é que as coisas fluirão como devem ser.

Compreender isso é da mais alta importância e deveria ser a prioridade absoluta.

Hélio Couto

domingo, 13 de novembro de 2016

Planejamento Cármico VI







Sempre houve uma questão em relação a reencarnação no tocante a procrastinação. Se nascerei de novo posso deixar a Iluminação para outra vez. Nunca se deve deixar para depois o que se pode fazer agora. As oportunidades não se repetem. As condições mudam. Tudo é dinâmico na vida. A Teoria do Caos mostra isso claramente.

Todas as oportunidades de trabalho, estudo e ajuda devem ser aproveitadas na vida aqui e agora.

Sugiro o seguinte exercício: pegue uma folha de papel e faça um pequeno resumo da sua vida. Esquemático. Bem simples. Apenas fatos. Sem emoção. Distanciamento racional. Analítico. Liste os fatos pura e simples. Nasci. Fiz isso e aquilo resumidamente. Para os desencarnados listar os fatos até a morte. Para os encarnados fazer até agora.

Este é um exercício de Compreensão. Para entender o que fez da vida, com a vida e na vida. É extremamente elucidativo, transformador e chocante este exercício.

Hélio Couto

Videos editados I


Ninguém está autorizado a editar meus vídeos e fazer montagens, cortes, adições ou qualquer outra manipulação com as imagens das palestras.

Somente com autorização por escrito alguém pode usar minhas imagens.

Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso.

Quem está fazendo isso está prejudicando o trabalho.

Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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