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sábado, 4 de julho de 2015

Resistência ao crescimento XIV



Resistência ao crescimento XIV
‘Alea jacta est’
Caio Júlio César gritou antes de atravessar o rio Rubicão: Alea jacta est. (A sorte está lançada).
Isto é o que acontece quando fazemos dívidas. Não há retorno. É preciso pensar muito bem antes de fazer dívidas. É o caminho certo para ter problemas na vida.
Quando uma pessoa está imersa na Matrix ela está “dormindo”. Não enxerga a realidade nua e crua. Vê um mundo que não existe e acredita que ele é real. E agir sem base na realidade só traz problemas. Enxergar a realidade é expandir a consciência. Até um segundo atrás a pessoa achava uma coisa e no segundo seguinte ela acha outra. A consciência ganhou em complexidade. Isso é o que queremos dizer quando expandiu a consciência. A pessoa consegue fazer análises mais complexas da realidade. Consegue analisar mais variáveis. O que antes era preto ou branco passa a ter 16 milhões de cores (que é o que espectro de cores. É quando compreende que o gato está morto, está vivo, está morto e vivo, e nem morto nem vivo. Tudo isso ao mesmo tempo.
Nesse ponto as leis econômicas são claras e a pessoa consegue tomar decisões acertadas nos negócios e em tudo o mais na vida. Isso é o que se chama Iluminação Espiritual. Quando o véu da realidade é rasgado e vemos tudo claramente. Sem disfarces nem ilusões. Sem esperanças infundadas fruto das racionalizações do ego. Do tipo: “agora vai”, “tem de dar certo”, “depois do carnaval vai”, etc. No mundo dos negócios como na guerra não há lugar para “esperança”. Ou se enxerga claramente o campo de batalha e todas as variáveis da batalha ou a derrota é certa. O mesmo acontece nos negócios. E nas negociações também. Nunca se deve colocar o outro numa situação sem saída. É preciso sempre ver os dois lados da questão (no mínimo) e procurar o resultado melhor para todos. Entender exatamente o Dilema do Prisioneiro é fundamental e entender que quando um ganha e outro perde todos perdem. Quando isso é entendido todos os negócios frutificam para todos.




sexta-feira, 3 de julho de 2015

Resistência ao crescimento XIII



Resistência ao crescimento XIII

Zona de conforto e dívidas

É possível haver crescimento sem endividamento?
Um rebanho de bois e vacas cresce sem parar sem nenhum endividamento. Se deixarmos a natureza agir sem interferência haverá crescimento constante. Uma plantação cresce da mesma maneira. Sempre com equilíbrio durante mais de 4 bilhões de anos neste planeta. Está provado que funciona, caso contrário não estaríamos aqui.
O boi faz a sua parte, a vaca faz a sua parte, o milho faz a sua parte, as minhocas fazem a sua parte, as abelhas fazem sua parte e assim por diante. Tudo funciona em equilíbrio cada um fazendo a sua parte. É o que se chama Equilíbrio de Nash. Não há Dilema do Prisioneiro. O boi não vê a vaca como adversária e a vaca não vê o boi como uma disputa de poder. Nenhum acusa o outro de estar levando vantagem e se nega a fazer sua parte. Nem ficam discutindo filigranas de contrato para ver quem leva vantagem competitiva.
O problema começa quando uma parte quer fazer menos do que pode e deve, deixando para o outro o maior encargo do crescimento. Viver às custas dos demais. Um filho pode se valer da sua situação e obrigar os pais a sustenta-lo pela vida toda. Porém, isto tem consequências.
No universo como na contabilidade existe uma regra simples: entra debita sai credita. Essa é a regra fundamental da contabilidade. E também é assim a Contabilidade Cósmica. Toda vez que entra algo, seja um valor, um serviço, uma doação, etc. para alguém esse alguém está devedor daquilo. Toda vez que alguém dá algo, provê um serviço, produz algo está credor daquilo. Tudo simples e equilibrado. Existe um lançamento contábil de débito e de crédito. Por exemplo: todo mendigo que recebe uma doação fica devedor. Pode pagar imediatamente dando um sorriso de agradecimento e um “muito obrigado”. Há equilíbrio. Pagou o débito fazendo algo positivo pelo doador. Caso contrário estará em débito. E todo débito tem de ser pago um dia...
Evidentemente algumas pessoas pelo universo a fora, em muitos planetas tem a ideia de que podem viver com débitos eternos. Podem endividar-se eternamente achando que o demais tem a obrigação de emprestar mais e mais e sustenta-los pela eternidade. Esta é uma ideia que tem sérias consequências inevitavelmente.
Vejamos uma sociedade que usa trabalho escravo. Durante séculos os escravos são usados para criar a riqueza. Tem-se 100% da mais valia do escravo. Isso gera uma acumulação de capital gigantesca. Isso é que forma os impérios. Enquanto Roma pode conquistar e ter mais escravos o crescimento estava garantido, mas quando a expansão foi longe demais e escassearam os escravos, a crise foi inevitável. Este exemplo se aplica a todos os impérios de todos os tempos em todos os planetas. E quando não são escravos por raça são escravizados politicamente ou apenas para suprir uma cota de escravos para tal empreendimento. Infinitas possibilidades.
Pode uma pessoa, uma empresa, um país ou um planeta viver eternamente se endividando?
Depende da capacidade de negociação, estratégia de negócios, etc. conseguir mais endividamento e “rolar” o existente. Porém, num sistema fechado e finito é evidente que isso terá um limite. No caso de um planeta que saque recursos do meio ambiente sem nenhuma consideração pelo futuro, usando o “mercado futuro” dos recursos do planeta, haverá um esgotamento dos recursos e quem está vivendo deste “mercado futuro” terá sérios problemas de sobrevivência. Mesmo os dinossauros chegariam nesta situação se fosse dado tempo ao tempo para usarem todos os recursos à disposição. Existem formas de equilibrar qualquer situação e é isso que acontece no devido tempo.
Pode-se usar contabilidade criativa para esticar esse prazo, mas o prazo não é eterno.
A questão da zona de conforto está totalmente ligada à situação do endividamento. Porque não fazer tudo que se pode para ser independente? Porque querer que outros paguem a conta da nossa vida? Porque não ganhar a vida com o próprio esforço? É isso que acontece quando se encontra formas de “empurrar” a conta para outros. A zona de conforto pode ser tão grande que conscientemente a pessoa opte por perder a independência e caia na dependência econômica. Faz o mínimo que pode e vive às custas de alguém. Até que um dia o equilíbrio tem de ser restituído.
Essa zona de conforto pode ser racionalizada com inúmeras desculpas. Do tipo: nasci assim, sou burro, comigo nada dá certo, sou uma m..., etc. Infinitas possibilidades! Tudo isso para não pôr a mão na massa e suar a camisa. O trabalho é uma Graça Divina. Não é um castigo divino. É através do trabalho que crescemos, evoluímos, expandimos nossas possibilidades, exponenciamos nosso potencial e deixamos a Centelha Divina agir. O trabalho é uma benção. E uma oportunidade infinita de evolução. Todos os seres evoluídos, Seres de Luz, trabalham sem cessar. Em todas as dimensões, em todos os planetas, etc. Cada um dentro da sua capacidade e predileção. Existe um equilíbrio entre as vocações numa determinada população. Para o bem geral de todos. Se todos fossem pintores quem iria tirar o leite da vaca? Todos os trabalhos são dignificantes e dignos. Todos são importantes. Não importa se aparecerem socialmente ou não. A mulher que fazia a comida de Einstein foi fundamental para a Teoria da Relatividade, embora ninguém nunca ouviu falar dela. Mas, ela é reconhecida pelo Todo e Ele nunca se deixa vencer em generosidade. Nunca. Quanto mais a pessoa dá mais ela recebe. Podem testar isso!
Portanto, no universo existe equilíbrio e não existe endividamento. Sempre tem um débito e um crédito. Acumular débitos é criar problemas na certa. Mais cedo ou mais tarde isso terá de ser equilibrado e o débito terá de ser pago.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Sanear as dívidas



Sanear as dívidas

Estar endividado é o caminho mais curto para a perda da paz e da felicidade pessoal. É a perda da independência pessoal.
Como se chega nessa situação?
Gastar acima do que ganha. Despesa maior que a receita.
Cobrir o déficit com mais empréstimos e mais juros sobre juros.
Gastar emocionalmente. Sem se privar de nada e gastar para ter emoções.
Gastar por impulso emocional.
Não adiar a gratificação. Primeiro deveria poupar e depois comprar o que quer. Normalmente se gasta primeiro para ganhar depois. Isso cria situações de fragilidade já que situações caóticas sempre acontecem.
Não poupar para as situações caóticas.
Viver de esperanças irracionais. Discernir entre um planejamento racional e uma racionalização do que se deseja que aconteça.
O contrário de tudo isso é a prosperidade autossustentável. Prosperidade é um sentimento de ser próspero. Não é uma ideia, é um sentimento. A pessoa é próspera. Sente-se próspera em qualquer situação. Se por alguma razão perder tudo ganhará tudo de novo. Essa atitude é que deve ser o objetivo de todos. Se não tem essa atitude de nascença é possível aprender a ser próspero. Pois é uma crença. Como Morpheus disse: “Não pense, seja!”.

Videos editados I


Ninguém está autorizado a editar meus vídeos e fazer montagens, cortes, adições ou qualquer outra manipulação com as imagens das palestras.

Somente com autorização por escrito alguém pode usar minhas imagens.

Isso já foi dito na palestra passada e já postei sobre isso.

Quem está fazendo isso está prejudicando o trabalho.

Existe uma estratégia de divulgação feita por mim e que está sendo seguida à risca.

Todos os vídeos editados por outras pessoas devem ser tirados de qualquer mídia em que estiverem.

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